O melhor da comida japonesa
Parte I: UMA VISITA AO SUSHI BAR DO MUGI
Você gosta de comida japonesa? Sei que essa história de comer peixe cru pode parecer meio nojenta, e a lula, o polvo, o apimentado wassabi e toda aquela história de comer com pauzinhos torna tudo mais complicado.
Mas, aos 22 anos aprendi a gostar de comida japonesa. Tudo aconteceu em meados de maio quando tive que trabalhar para pagar minha faculdade de psicologia. O primeiro emprego que encontrei que satisfazia minhas necessidades era de garçom no sushi bar do Mugi a poucos metros da minha casa.
O estabelecimento era pequeno, mas bem luxuoso. O salão inteiro contava com apenas oito mesas e algumas cadeiras em torno do balcão onde os pratos eram preparados na hora. Havia também uma sala VIP, com apenas uma mesa daquelas que ficam alguns centímetros acima do tatame e você tem que se sentar no chão. Apesar de nunca ser usado, os cuidados com este cômodo sempre deviam ser redobrados.
A clientela era variada, mas sempre pareciam pessoas com certo poder aquisitivo, até mesmo pelos preços do cardápio que não eram nada em conta. Apesar deste pequeno detalhe o estabelecimento estava sempre cheio.
Junto comigo trabalhava uma garçonete, a Marcela que fazia enfermagem. Ela parecia japonesa, mas era brasileira. Tinha também o Fred que preparava todos os tipos de comida oriental, ele é extremamente habilidoso com as facas e até já me ensinou com fazer algumas coisas dentro da cozinha.
Nas primeiras semanas de julho Mugi (se pronuncia Mugui) me chamou fora do horário de expediente, a sala VIP seria usada e ele deveria me repassar às instruções. Chegando no sushi bar Marcela vem ao meu encontro, e antes que eu pudesse cumprimentar ou reagir ela tirou uma seringa do bolso e como um bote ejetou todo o conteúdo em minha veia. Só vejo Marcela se movendo para trás do balcão dizendo: “Fred, Mugui agora é a parte de vocês”. Eu desmaio
Parte II: O SUAVE TOQUE DA CARNE DO PEIXE
Aos poucos, mas não sei quanto tempo depois, fui recobrando a consciência. Tudo rodava a minha volta, demorei para entender o que estava acontecendo. A primeira coisa que percebo é que estou nu, meus tornozelos amarrados juntos aos meus punhos e ambos atrás das costas.
Eu gritei: “Que porra é essa? Que merda vocês estão fazendo?”. Eu viro a cabeça para o lado e vejo Fred só de tanguinha cortando fatias de um peixe enquanto Mugi escolhi um saquê numa adega e me respondia: “Temos clientes VIP, pessoas importantes, entende? E como são importantes o prato deve ser perfeito e servido de forma especial. Agora é só você fazer o seu trabalho e servi-los.”
Não sabia o que me aguardava, mas já tinha desistido de lutar. Até mesmo porque meu corpo estava fraco com a droga que foi injetada em mim. O que eu podia fazer era apenas observar o que estava acontecendo.
Fred vem do balcão com diversas bandejas de mármore. Pela primeira vez reparei como ele tinha um rosto bonito, másculo. Seus braços e pernas eram fortes e grossos, daquele tipo que chama a atenção de qualquer um. Não sou gay, mas tenho que admitir, ele tinha uma bundinha maravilhosa, bem redondinha.
Marcela aparece vestida com um quimono super sensual e com outra seringa, apesar dos meus protestos ela ejeta outro remédio em mim. Este não me faz dormir, mas tornou minha pele mais sensível. O mármore gelado começou a me incomodar as cordas passaram a machucar cada milímetro do meu corpo, um simples toque podia me causar convulsões.
Fred terminou de trazer as bandejas lotadas dos mais diversos ingredientes. E uma lagosta viva recém tirada do aquário. “Se você ficar quieto vai ser muito mais fácil para nós dois”, disse Fred com uma faca na mão apontada para mim. Não posso negar que fiquei desesperado. Achei que o cara ia me matar.
Mas ele colocou um peixe sobre minha barriga tanquinho e começou a fatiá-lo. Estava tão sensível que sentia a lamina da faca se aproximando rapidamente de mim e parando pouco antes de me machucar. Ele era ligeiro, mas esta sensação de estar sempre perto da morte parecia bem mais demorada a cessar.
Cheguei a chorar de desespero, mas Fred não espreçava nada, parecia que ele estava preparando só mais um prato para o restaurante. Comecei a chorar, não sei se de desespero ou de ódio de toda aquela situação.
Fred ainda arrumou uma salada no meio do meu peito sarado (modéstia a parte é gostoso sim) e arrumou outro peixe sobre ele. Perto dos meus mamilos ele colocou alguns sushis de camarão pescado na hora. Os rabos deles se agitavam frenéticamente nos bicos dos meus mamilos. Acho que foi neste momento que comecei a sentir tesão.
Em cima do meu pau Fred colocou a lagosta, parte da carcaça dela havia sido retirada para ser substituída por vários rolinhos de arroz completados com a carne da própria. Para completar um bloco de mármore negro que apoiava um peixe endurecido (não sei como) em forma de curva foi colocado em minha boca.
Parte III: ITADAKIMASSU!*
Em pouco tempo eu estava completamente “preparado”. Marcela volta com quatro garrafas de saquê vazias em uma bandeja e faz um sinal de OK para Fred. Ele e Mugi me arrastam da bancada para um carrinho e do carrinho para uma pedra de gelo em cima da mesa da sala VIP. Não pude me conter, tentei gritar de dor, o gelo me queimava mais que de costume por conta da droga.
Independente da minha vontade duas tigelas imensas de arroz branco foram colocadas sobre meus cotovelos. Apesar da dor tentei me acalmar, mas era impossível, principalmente depois de ouvir o estalar de dois pares de rashi e duas vozes grossas e másculas pronunciando: “ITADAKIMASSU”.
Depois disso me entreguei às sensações. Dois japoneses extremamente musculosos, como se tivessem saído daqueles jogos de briga do playstation, estavam me comendo literalmente.
Eles conversavam alegremente e bem alto sem se importar com o meu estado. Enquanto eles se deleitavam com o prato preparado sobre mim eu delirava com a pressão dos pauzinhos sobre as mais variadas partes do meu corpo. Eu gemia e chorava, mas sabia que isso não daria em nada.
Quando eles tocaram na lagosta me esforcei para controlar uma ereção. Mas um deles parece ter percebido a minha reação, então eles se concentraram apenas naquela parte, me torturando. Toda vez que eles comiam algo da lagosta os rashis faziam uma pressão sobre o meu pênis que insistia em disparar para cima, mas eu tentava me controlar.
Até que não deu mais. Meu pau saltou debaixo do crustáceo duro e violento. Os japoneses não demoraram a me masturbar com os rashis, um ato muito mais violento que o normal por conta da droga que me foi injetada. Antes de levar qualquer coisa ao arroz e finalmente à boca eles passavam no meu pênis para temperar com a babinha grossa que escorria.
Parte IV: SATISFAÇÃO DE GIGANTES
Lentamente eles acabaram com a comida sobre o meu corpo e com mais de dez garrafas de saquê. Achei que tudo aquilo ia acabar, mas me enganei. Eles ainda tinham a sobremesa para comer e eu era a sobremesa.
Com a força gigantesca daqueles homens não foi difícil para eles jogar meu corpo mole da pedra de gelo para o tatame. Lá o mais novo deles arrancou com força as cordas que prendiam meus tornozelos e punhos, abriu minhas pernas com força e começou a cutucar meu anus. O outro levantou bem meu queixo e jogou minha boca em cima de seu pau que tive que chupar.
Aos poucos fui tentando relaxar, mas não dava. Os dedos no meu cú se movimentavam tão freneticamente que não me deixavam sair daquele estase macabro. O pau na minha boca tinha um cheiro forte que me sufocava junto com as cutucadas que dava no fundo da minha garganta, tinha vontade de vomitar.
De repente o cara que tava mexendo no meu rabo pega um molho viscoso e gelado, passa todinho no meu anus, eu deliro novamente. Depois de alguns minutos de diversão ele para.
Achei que tudo já havia acabado, mas me enganei novamente. O cara enfia todo o pau dele de uma vez dentro de mim, eu tento tirar o outro da minha boca, mas ele empurra toda minha cabeça para baixo.
Eu mato quem começo com essa coisa que todo japonês tem pau pequeno. Ambos tinham as espadas maiores e mais grossas que a minha (22 cm) e enfiavam violentamente enquanto riam do meu corpo que se contorcia e suava.
Meu pau roçava no tatame me dando prazer também, quando eles trocaram de posição eu já tinha gozado duas vezes. Eles sabiam muito bem que eu estava excitado, mas não ligavam para isso, o que eles queriam era me comer.
Quando eu menos estava preparado (na verdade nem sei quando estive pronto para isso, mas...) os dois enfiaram suas varas ao mesmo tempo dentro de mim. Eles entravam e saiam loucamente, cada um em seu próprio ritmo.
A pulsação das picas daqueles homens no meu corpo drogado dava a impressão que os membros duros daqueles homens dobrava ou triplicava dentro de mim. A cada penetrada os paus pareciam latejar cada vez mais, os movimentos ficavam mais rápidos e viris e os machos (os três) urravam cada vez mais auto
Súbitamente eles tiram os paus do meu cu esticado, se posicionam na frente da minha cara e despejam jatos e mais jatos de uma porra abundante grossa e quente. Não pense que saiu pouca porra, chegou a pingar pelo meu rosto todo enquanto eu gozava.
Parte V: OBRIGADO E VOLTE SEMPRE
Desmaiei. Fred me disse que me comeram mais três vezes antes de ficarem satisfeitos. Quando acordei a sala estava toda arrumada, eu estava deitado no piso da cozinha vestindo o quimono que usava para trabalhar, em cima do meu peito estava um gordo envelope recheado de dinheiro.
Depois Fred me explicou que aquele era o serviço VIP, oferecido apenas para clientes indicados por outros. Ele ainda justificou que não havia me falado nada para que eu não recusasse o serviço antes de avaliar as vantagens. Ele ainda me disse que a partir daquele momento eu poderia sair do sushi bar se quisesse, mas me recusei.
Com a grana do trampo pude comprar minha moto, uma Nissan rápida e maravilhosa. Hoje ainda trabalho no sushi bar do Mugi. Já peguei mais seis atendimentos VIPs. Quem sabe alguém te indique com cliente especial e você também não seja convidado a me comer. Só vou avisando os pratos VIPs são muito caros.
* Itadakimassu: expressão japonesa equivalente ao nosso “bom apetite”.

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