Escravos da tinta e do metal - Parte 4

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PARTE IV: LUTA DE HOMENS SELVAGENS

Quando David terminou de me explicar as regras do “jogo” o anel já havia sido colocado em meu peito. O mestre sorriu e me deu um beijo na testa, sabia que daquele ponto em diante as coisas poderiam melhorar, um alivio.

David se levantou, me fez um sinal com a mão e eu instintivamente o segui até fora da sala, não sabia para onde iria, apenas andava como se ele me guiasse por uma coleira. Fui colocado numa cela que não posso descrever pela falta de luz da mesma naquele momento, só sei que tinha um cheiro forte de eucalipto e álcool e um banco de madeira onde fui ordenado a aguardar.

O tempo passou, mas não consegui ter noção do quanto. Tentei relembrar de todos os meus nove anos de Karatê e das minhas mais recentes aulas de jujitsu, de qualquer coisa que pudesse ser útil naquela situação. Confesso que não consegui recuperar muita coisa. Já estava suando frio, meu mamilo se contraia em volta do piercing gelado, essa sensação me causou muita dor e tesão. A tensão não parou de aumentar, cada vez mais meu coração acelerava, até que a porta se abriu.

Novamente fui conduzido por uma força superior à outra área, um pátio. O lugar era envolvido por paredes altas cobertas por azulejos escuros, uma delas tinha um daqueles vidros que só quem está do lado de dentro pode ver. O local todo era coberto por uma grade, dela dava para ver os diversos prédios de escritório que deveriam envolver o estúdio, o vento frio e a chuva fina invadiam a arena por esta abertura.  No meio do pátio havia um tablado redondo com uns dois metros de altura. O Uma escada daquelas de piscina levava ao topo.

Subi, e lá estava o escravo charlie me esperando, o pênis dele estava duro e babando, novamente ele apresentava um olhar vazio no rosto inexpressivo, aquilo me deixou excitado também, instintivamente sabia que seria uma luta onde o vencedor comeria o perdedor. Eu venceria a qualquer preço. Era a única coisa que eu pensava.

Não precisou de sinal, simplesmente começamos a nos encarar e sabíamos que o combate havia começado. Pelos movimentos do gigante pude ver que apesar do tamanho ele não sabia nada de artes marciais, eu estava na vantagem. Com pouco tempo de briga não foi difícil imobilizar meu adversário, leva-lo ao chão e enche-lo de murros. Para completar ainda apertei o pênis dele com força, esmaguei as bolas e meti meu caralho no rabo do negão, sem dó, lubrificante, nem camisinha. Fudi o rabinho dele como louco, com uma selvageria que não sabia existir dentro de mim. Doeu em nós dois, mais nele do que em mim. A sensação de estar dominando outro homem me tornava mais forte, era um incentivo macabro que deixava meu pau cada vez mais duro.

Gozei, meu pau saiu daquele cú todo melado de sangue e ainda duro. Me levantei, mostrei minha rola para quem quer que assistisse da janela. Sabia que David deveria estar lá, devia estar morrendo de medo com o que eu poderia fazer com ele.

Written by :
otoko
 

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